Quinta-feira, 5 de novembro de 2026 · São Paulo
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Comissão aprova programa nacional de defesa pessoal para mulheres

Projeto prevê cursos de defesa pessoal e artes marciais para mulheres por meio de convênios com academias e centros de treinamento especializados.

Em resumo

  • A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou o Projeto de Lei 785/26.
  • O programa oferece cursos de defesa pessoal por meio de convênios com academias e centros de treinamento.
  • A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda passará por outras comissões antes de ir ao Senado.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou o Projeto de Lei 785/26, que cria o Viva – Programa Nacional de defesa pessoal para mulheres, para oferecer cursos de defesa pessoal e artes marciais às mulheres por meio de convênios com academias e centros de treinamento, além de aulas em espaços comunitários ministradas por profissionais especializados.

Pelo texto, o programa terá como diretrizes oferecer treinamento em defesa pessoal, ampliar o acesso das mulheres a academias de artes marciais e centros de treinamento, promover campanhas educativas sobre violência doméstica, violência de gênero e violência urbana, bem como incentivar a inclusão social e fortalecer a autonomia feminina.

O projeto também autoriza a celebração de parcerias entre poder público, organizações da sociedade civil e empresas.

Objetivo e parcerias

A relatora, deputada Flávia Morais (MDB-GO), afirmou que o programa tem o objetivo de desenvolver ações de conscientização e prevenção da violência doméstica e familiar, da violência de gênero e da violência urbana.

“O objetivo principal é promover e fortalecer a inclusão social e a autonomia das mulheres, assim como estabelecer parcerias com órgãos governamentais e não governamentais, e empresas e organizações que apoiam a causa da mulher para a implementação do Programa”, defendeu a parlamentar.

Próximos passos

O Projeto de Lei 785/26 tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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