Quarta-feira, 4 de novembro de 2026 · São Paulo
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Projeto sobre parentalidade positiva é aprovado e vai à sanção

Senado aprova proposta que inclui cursos e campanhas de parentalidade positiva baseados em evidências científicas como deveres do Estado.

Em resumo

  • Senado aprovou nesta terça-feira (3) o projeto que inclui campanhas de parentalidade positiva entre os deveres do Estado.
  • A proposta, de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), determina ações embasadas em evidências científicas.
  • O texto aprovado nas comissões com relatoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) segue para sanção presidencial.

O Senado aprovou nesta terça-feira (3) um projeto de lei que inclui cursos, palestras e campanhas sobre a parentalidade positiva entre os deveres do Estado, da família e da sociedade. O projeto (PL 186/2025) determina que essas ações de conscientização devem ser baseadas em evidências científicas. O texto segue para a sanção da Presidência da República.

De acordo com a Lei 14.826, de 2024, “considera-se parentalidade positiva o processo desenvolvido pelas famílias na educação das crianças na condição de sujeitos de direitos no desenvolvimento de um relacionamento fundamentado no respeito, no acolhimento e na não violência”. Essa lei instituiu a parentalidade positiva e o direito ao brincar como estratégias intersetoriais de prevenção à violência contra crianças.

O projeto

A autora da proposta é a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). No Senado, o texto foi analisado na Comissão de Direitos Humanos (CDH), onde recebeu parecer favorável em maio, e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde recebeu parecer favorável em setembro. A relatora da matéria em ambas as comissões foi a senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

Para determinar que cursos, palestras e campanhas sobre parentalidade positiva também são deveres do Estado, da família e da sociedade, o projeto inclui essa medida na Lei 14.826, de 2024. A legislação atual já estabelece o dever do Estado, da família e da sociedade de promover a parentalidade positiva. O que a proposta faz é incluir explicitamente na lei “cursos, campanhas e palestras embasados em evidências científicas”.

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