Governos recorrem ao endividamento quando os gastos superam a arrecadação. Para cobrir esse déficit, emitem títulos públicos e tomam recursos emprestados de bancos, fundos, empresas, outros países e pessoas físicas.
Em 2026, a dívida bruta do Brasil atingiu R$ 11 trilhões. No caso dos Estados Unidos, a dívida federal superou a marca de US$ 40 trilhões em agosto. Apesar dos montantes elevados, os dois países enfrentam cenários distintos para financiar esses compromissos.
Mais do que o tamanho absoluto da dívida, é fundamental observar o custo para financiá-la. No Brasil, a incidência de juros mais altos exerce pressão sobre o orçamento público.
Nos Estados Unidos, o aumento desse custo pode gerar impactos globais, uma vez que os títulos americanos servem como referência para o custo do dinheiro em todo o mercado internacional.







