Comprar um celular Android intermediário em 2026 exige atenção a alguns pontos da ficha técnica que fazem diferença no uso diário. Mais do que olhar só para os megapixels da câmera ou para o preço, o ideal é buscar um aparelho equilibrado, com bom desempenho, espaço interno suficiente e que possa ter uma vida útil mais longa. Celulares intermediários estão mais caros e chegam até R$ 7 mil; g1 testou 5 deles. Veja a seguir.
Memória RAM: pelo menos 8 GB
A memória RAM influencia diretamente na fluidez do aparelho. Em 2026, 8 GB são o mínimo recomendado para usar redes sociais, aplicativos de mensagens, navegador e multitarefa sem travamentos frequentes. Modelos com 12 GB ou mais de RAM também estão mais comuns e podem ser uma vantagem para quem joga no celular ou quer manter bom desempenho por mais tempo.
Armazenamento: mínimo de 256 GB
O espaço interno ganhou importância porque o Android, os aplicativos e os arquivos pessoais ocupam cada vez mais memória do celular. Com 256 GB, o usuário tem mais espaço para guardar fotos, vídeos, documentos e até alguns jogos sem precisar apagar conteúdo com frequência. Para quem pretende ficar anos com o aparelho, essa capacidade tende a ser mais adequada.
Bateria: ao menos 5.000 mAh
A bateria continua sendo um dos itens mais importantes para a maioria das pessoas. Em celulares intermediários, 5.000 mAh já é o patamar considerado seguro para aguentar até um pouco mais de um dia inteiro de uso longe da tomada. Vale checar ainda se a bateria usa tecnologia de silício-carbono, que permite aos fabricantes adotar maiores capacidades de carga em aparelhos mais finos. Já estão disponíveis nas lojas modelos com mais de 6.000 mAh, atingindo até 10.001 mAh.
Tela: 120 Hz são o padrão
A qualidade da tela interfere diretamente na experiência de uso. Painéis com tecnologia AMOLED ou equivalentes costumam oferecer cores mais vivas, melhor contraste e pretos mais profundos. Já a taxa de atualização de 120 Hz deixa a navegação mais fluida, com rolagem mais suave e animações mais rápidas.
Android atualizado
O tempo de suporte do Android e das atualizações de segurança virou um critério importante na compra de celulares. Isso porque atualizações de segurança e novas versões do Android ajudam a manter o aparelho protegido e compatível com aplicativos mais recentes. O recomendado é escolher modelos com pelo menos cinco anos de suporte. Em alguns intermediários, a Samsung já oferece seis anos de updates. Outras marcas, como a Motorola, variam de 2 a 7 anos, dependendo do modelo. Consulte o site do fabricante.
NFC: extra para pagamentos
NFC é um termo interessante para checar antes da compra – é a tecnologia usada em pagamentos por aproximação, mas nem todos os celulares mais em conta oferecem o recurso. Veja a seguir uma lista de celulares Android da categoria dos intermediários com as principais características listadas acima. Os preços, consultados na última semana de outubro, iam de R$ 2.100 a R$ 7.000: Jovi V70, Moto Edge 70 Pro, Oppo Reno 16, Realme 16, Samsung Galaxy A57.



