O Brasil detém a segunda maior reserva de terras raras do mundo. Este grupo é composto por 17 elementos químicos fundamentais para a fabricação de equipamentos militares, turbinas eólicas e carros elétricos. Em 2025, a China detinha cerca de 85% do refino mundial, enquanto os Estados Unidos intensificavam esforços para reduzir a dependência da produção chinesa.
Investimentos e mercado
Uma agência do governo dos Estados Unidos estabeleceu um acordo de financiamento de US$ 565 milhões com a Serra Verde, empresa que atua na produção de terras raras em Goiás. O valor de mercado desses materiais oscila de acordo com o elemento específico e o seu nível de processamento.
Como exemplo, em 2025, o quilo do óxido de neodímio processado — componente utilizado na produção de ímãs de alta potência — atingiu o custo médio de US$ 73.
Desafios para o país
A disputa internacional por esses recursos pode trazer ao Brasil investimentos, novas tecnologias e a criação de empregos qualificados. O principal desafio para o país é evitar que a economia se limite apenas à extração e exportação de matéria-prima, buscando aproveitar os recursos para fomentar o desenvolvimento da indústria nacional.



