Segunda-feira, 19 de outubro de 2026 · São Paulo
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IA pode acabar com a humanidade? Como as máquinas poderiam levar ao apocalipse

Entenda por que o debate sobre a ameaça existencial representada pelas máquinas saiu da ficção científica e virou uma preocupação real.

Em resumo

  • O tema da ameaça existencial da IA saiu da ficção para a discussão diária nos últimos meses.
  • Pesquisadores e executivos de grandes empresas de IA fizeram alertas públicos e pediram desaceleração.
  • Especialistas divergem entre o risco apocalíptico das máquinas e a responsabilidade humana.

Nos últimos meses, o tema da ameaça existencial representada pelas máquinas saiu de vez da ficção científica para a discussão do dia a dia.

Pesquisadores de grandes empresas da inteligência artificial fizeram alertas públicos sobre o ritmo de evolução da inteligência artificial. Alguns vários executivos dessas companhias passaram a defender uma desaceleração desse ritmo.

Nate Soares, coautor do livro Se Alguém Criar, Todos Morrem, diz que as empresas não sabem exatamente como as máquinas estão se desenvolvendo. Ele é conhecido como parte da corrente apocalíptica, chamada de “doomers”.

Mas algumas vozes, como Karen Hao, autora de O Império da IA, dizem que há um exagero no discurso dessa corrente e que ele tira a atenção das ações dos humanos por trás da política de desenvolvimento da IA.

O especialista Ronaldo Lemos diz que a inteligência artificial está cada vez mais presente no dia a dia do mundo e de forma interconectado, o que faz com que essa ameaça não possa ser desprezada.

Neste vídeo, o repórter da BBC News Brasil Shin Suzuki conta por que esse debate se tornou uma preocupação real no mundo. Confira.