Sexta-feira, 9 de outubro de 2026 · São Paulo

Flávio Bolsonaro declara guerra ao crime organizado no Rio

Ao lado de Douglas Ruas, candidato do PL destacou alinhamento contra facções e comentou propostas de campanha.

Ao lado do deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ), vencedor da eleição para governador no estado, o candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, disse que ambos estão alinhados em “declarar guerra” ao crime organizado. “Aos narcoterroristas de Comando Vermelho, PCC e milícias que estão aqui no Rio, estão em São Paulo, estão em todo o Brasil”.

Flávio Bolsonaro também chamou de “boatos” a informação de que ele privatizaria a Petrobras. Ele criticou a política do governo de subsídios ao preço do diesel ─ em alta por causa da guerra no Irã ─ e afirmou que o fim dos incentivos levaria ao aumento do preço logo após as eleições. Nesta sexta-feira, o governo prorrogou os incentivos por mais 30 dias. O candidato agradeceu o apoio firmado na véspera pelo candidato derrotado à Presidência Augusto Cury (Avante) e afirmou que “está conversando” com outros partidos.

O candidato afirmou nesta sexta-feira (9) que vai manter os programas sociais e se disse alvo de campanhas de notícias falsas. “Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, declarou. Ele descreveu que o programa será focado em quem mais precisa e acompanhado de ações de capacitação e qualificação. Nas palavras dele, será “o maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu”.

O candidato conversou com jornalistas no intervalo de um evento de campanha, no qual reuniu apoiadores e políticos, na Ilha Itanhangá, um espaço de eventos na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro. Flávio afirmou que vai melhorar o programa Farmácia Popular, com os medicamentos sendo entregues em casa e com avisos, pelo celular, sobre o horário da medicação. O senador disse que vai incentivar o empreendedorismo entre as mulheres, prometeu menos impostos, financiamento barato e disse que a economia de um eventual governo será “baseada na produtividade”.

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