Sábado, 10 de outubro de 2026 · São Paulo

Flávio Bolsonaro fala sobre Bolsa Família e propõe foco em emprego

Senador afirmou que manterá o programa social e defendeu medidas para incentivar a mobilidade social e o empreendedorismo feminino.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (9) que pretende manter o Bolsa Família caso vença a disputa eleitoral. O parlamentar negou que tenha a intenção de encerrar o programa de transferência de renda e declarou que deseja investir em iniciativas voltadas à qualificação profissional e à ampliação das oportunidades econômicas para a população de baixa renda.

Entre as propostas apresentadas pelo senador está a criação de um programa de mobilidade social para combater a pobreza e incentivar os beneficiários a conquistarem melhores condições financeiras. Ao apresentar sua visão para o país, Flávio também fez críticas à política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O meu projeto é tirar o pobre da pobreza e deixar o pobre rico”, declarou.

Ao abordar o futuro dos programas sociais, Flávio procurou afastar a possibilidade de mudanças que levem ao encerramento do Bolsa Família. Segundo o senador, a intenção é preservar o benefício e, ao mesmo tempo, ampliar as iniciativas que contribuam para melhorar a renda e as condições de vida dos brasileiros. A proposta apresentada pelo parlamentar busca associar a assistência social a medidas que favoreçam a autonomia financeira das famílias.

As mulheres que empreendem também foram incluídas entre os grupos contemplados pelas propostas. O parlamentar afirmou que deseja ampliar o apoio a esse público por meio de medidas destinadas a facilitar a abertura e a manutenção de negócios, citando a redução de impostos, a oferta de financiamentos com juros menores e o incentivo à formalização de empresas.

Flávio também apresentou uma proposta relacionada à Caixa Econômica Federal, defendendo que a instituição passe a ter uma atuação mais direcionada à prosperidade econômica nas periferias brasileiras. Ao comentar a situação econômica, o senador criticou a política fiscal do governo Lula, questionando os gastos públicos e afirmando que a injeção de recursos pode pressionar a inflação e afetar o preço dos alimentos.

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