Segunda-feira, 19 de outubro de 2026 · São Paulo
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Apple encerra pregão avaliada em US$ 5 trilhões pela primeira vez

Ações da gigante de tecnologia subiram 0,5% nesta quarta-feira (14), isolando a empresa como a segunda mais valiosa do mundo no fechamento.

Em resumo

  • A Apple encerrou o pregão de quarta-feira (14) com valor de mercado acima de US$ 5 trilhões.
  • A fabricante de semicondutores Nvidia foi a primeira a atingir a marca no fechamento, em outubro de 2025.
  • A empresa passa por transição na gestão com a saída de Tim Cook e a chegada do novo CEO John Ternus.

A Apple encerrou o pregão desta quarta-feira (14) com alta de 0,5% em suas ações e registrou valor de mercado acima dos US$ 5 trilhões (cerca de R$ 25 trilhões) pela primeira vez em sua história. A empresa já tinha alcançado esse valor durante o pregão, quando chegou a se tornar a marca mais valiosa do mundo por alguns instantes.

Naquela ocasião, as ações caíram antes do fechamento e fizeram o valor de mercado da companhia voltar para um patamar abaixo dos US$ 5 trilhões. Com o valor alcançado nesta quarta, a Apple se isolou como a segunda empresa mais valiosa do mundo e a segunda a ter alcançado este valor de mercado no fechamento do pregão.

A primeira foi a fabricante de semicondutores Nvidia, que chegou a esta marca em outubro de 2025 e agora caminha para ser avaliada em US$ 6 trilhões (R$ 30 trilhões). As ações da Apple tem se valorizado em meio à demanda elevada por produtos como o iPhone e os computadores Mac mini e iMac, que passaram a estar disponíveis nos Estados Unidos por meio de programas de assinatura.

Em setembro, a empresa lançou novas versões do iPhone, incluindo uma com tela dobrável, além de novos fones de ouvido e relógios inteligentes. Os preços no Brasil chegam a R$ 30.999.

A Apple passa por uma mudança na gestão que envolve a saída de Tim Cook após 15 anos como CEO e a chegada de John Ternus, que era vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware na empresa. Ternus planeja realizar uma reformulação para dar mais foco à engenharia, lançar produtos com mais frequência e tornar a estrutura da companhia mais enxuta, revelou a Bloomberg no final de setembro.

Entre as mudanças, estão a mudança do tradicional calendário de lançamentos de produtos, que hoje é concentrado em setembro, e a redução de cargos de gerência intermediária. Segundo a reportagem, Ternus sinalizou internamente que a Apple deve lançar produtos com mais rapidez e testar novas ideias para se manter competitiva na era da inteligência artificial.